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VidCon 2019

A cobertura do Share na maior conferência do mundo sobre vídeos e produção de conteúdo

A equipe do Share saiu de Porto Alegre direto para Anaheim, na Califórnia, em busca de grandes insights sobre a produção de conteúdo audiovisual e conteúdo para creators. Durante três dias acompanhamos a VidCon e condensamos o melhor para você! Aproveite o/

[principais tópicos]
Localizado em:
Anaheim, Califórnia
Realização em:
10 a 13 de Julho/2019
Público Estimado:
75 mil

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VidCon 2019

A cobertura do Share na maior conferência do mundo sobre vídeos e produção de conteúdo
Veja como foi

A equipe do Share saiu de Porto Alegre direto para Anaheim, na Califórnia, em busca de grandes insights sobre a produção de conteúdo audiovisual e conteúdo para creators. Durante três dias acompanhamos a VidCon e condensamos o melhor para você! Aproveite o/

Localizado em:
Anaheim, Califórnia
Público Estimado:
75 mil
Realização em:
10 a 13 de Julho/2019
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[o que vamos ver por lá]

A cobertura do Share na maior conferência do mundo sobre vídeos e produção de conteúdo

A equipe do Share saiu de Porto Alegre direto para Anaheim, na Califórnia, em busca de grandes insights sobre a produção de conteúdo audiovisual e conteúdo para creators. Durante três dias acompanhamos a VidCon e condensamos o melhor para você! Aproveite o/

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[o que vimos por lá?]

VidCon 2019

comunidade, marketing e tecnologia

Vale lembrar que a edição de 2019 foi a décima edição da VidCon, que acontece anualmente. Então, se você tem vontade de curtir essa conferência gigante, já pode se programar.

Durante três dias acompanhamos a VidCon: a maior conferência do mundo sobre o tema. Vimos muitas palestras e painéis com os maiores profissionais do mercado internacional e anotamos tudo para dividir com você essa experiência. Organizamos o material entre os temas chaves do evento, que você confere a seguir.

Tópico
#
1

Shipwrecked Comedy

Quando falamos sobre vídeos, muito se fala sobre produção, roteiro e como funciona a parte criativa do negócio. Os irmãos Sean Persaud e Sinead Persaud são parceiros em um canal de humor e ambos escrevem os roteiros.

A ideia do canal, sempre foi criar algo em que o público se sentisse parte do projeto e não fossem apenas views. Essa reflexão foi muito levantada durante o dia, sobre como você vê a sua audiência.

De qualquer forma, a ideia da equipe dos Persaud funcionou e o canal cresceu. A audiência participa dos finais dos episódios, toma decisões sobre os próximos vídeos. Ou seja: a comunidade é ativa.

Os irmãos também participaram de um canal, junto com a Sarah Grace Hart e Marie Kate Wiles, que também fazem parte do canal. A equipe falou sobre como produzir vídeos de qualidade com pouco investimento.

Quando se trata de investimento e produção audiovisual: faça as escolhas certas.

Tem muitos detalhes que podem ser ajustados com a criatividade (cenário e locação, por exemplo), mas a edição e a captação/edição de som, não podem ser feitas de qualquer jeito. Esses são detalhes que não podem ser deixados de lado. Se for para escolher no que investir: invista em edição e som.

Tópico
#
2

Copy(right)

Ah, sim! Quando se trata de direitos autorais e conteúdo na internet, a treta começa, né?

Acompanhamos um painel com: Jenna Close (Buck The Cubicle), Laura Price (Disney), Natalia Seth (Influencer), Andrea Brizuela (NCBUniversal Media), Anjan Choudhury (Tolles&Olson), Jason Allen (Rights Management) e Keith Kupferschmid (Copyrigh Alliance).

Todo esse pessoal conversou sobre os lados que envolvem o direito autoral de conteúdo digital. É importante reforçar que em muitos momentos foi dito “cada caso é um caso”. A posse de conteúdo digital é muito complexa.

“Nós não temos protegemos ideias. Nós protegemos a expressão de ideias.” Keith Kupferschmid

Essa frase deixou muito claro qual é o papel da Copyright sobre os conteúdos publicados. Não se pode alegar que uma ideia foi roubada se o seu formato não foi, por exemplo.

Existem ainda muitas questões a serem revistas junto com os canais, como Facebook e Instagram, para que juntos formem uma rede de apoio com maior segurança, mas tudo isso ainda é muito complexo de se colocar em prática.

Afinal, quando se alega o roubo de conteúdo, muitas vezes ouvimos frases do tipo:

  • “Mas foram só 30 segundos da música.”
  • “Mas já estava na internet.”
  • “Mas eu sou fã, foi uma homenagem.”

Por isso uma das coisas mais reforçadas durante o painel foi a importância da conscientização das pessoas em relação ao que elas compartilham. Sobre dar créditos da forma correta e se tiver alguma dúvida se está fazendo da maneira correta, pergunte ao criador do conteúdo.

Tópico
#
3

Comunidades e nichos

Em um painel com Jack Davis, Rachel Skidmore Matthew Levin e Sarah Penna, ouvimos sobre como usar conteúdo demográfico para atingir as pessoas certas, saber quem são, do que gostam, como vivem, o que fazem e todas as informações importantes relacionadas ao comportamento.

Os 4 CEO´s falaram de como abordam audiência dentro de um nicho especifico, mirando em suas grandes paixões, conversando com eles sobre o que mais gostam.

Como?

Eles criam grupos específicos para cada tipo de fã, como por exemplo, quem é fã de de comics, ou Stranger Things, qualquer tipo de segmento, mas conversando com o fã, de uma maneira que ele sinta a proximidade do personagem ou item que ele ama, junto a marca.

Eles também comentaram sobre os tipos de mídia especiais para superfãs. O conteúdo on line é baseado na experiência dos fãs, com a percepção de que sempre em todos os conteúdos, nos comentários os fãs sempre querem participar muito e é nesse momento que eles tiram as grandes informações que precisam.

Ainda sobre comunidades, ouvimos o papo que rolou entre o Prince EA e Sibyl Goldman, ouvimos muito sobre comunidade e collabs. Prince, por exemplo, falou sobre inspiração, sobre como criar um conteúdo para o público que inspire as pessoas.

Ele reforçou sobre como a música influencia positivamente em nossas vidas e ele tenta transmitir isso pras pessoas, usando todas as ferramentas possíveis. A música é um grande canal de conexão com o público.

A importância de sempre estar conectado com as pessoas, da forma correta, ou seja, pra isso você tem que estar presente, as pessoas percebem isso, e isso as aproxima de você.

“É assim que eu lido com o público que me segue, que ouve minhas músicas e conteúdos. Na grande maioria das vezes, as pessoas não sabem o que você faz, e se você quer que elas saibam, você tem que mostrar a elas.” Prince EA

Eu leio os comentários, eu escuto meu público, me atento ao que eles querem ver e não ao que somente eu quero que eles vejam, essa conexão é o que nos une.

Tópico
#
4

Roblox e o novo mercado dos creators

Uma coisa é certa: cada vez mais as plataformas estão trabalhando junto com os creators. Afinal, é uma via de mão dupla. Quanto mais eles produzirem, melhor para as ferramentas e quanto mais possibilidades de monetização, melhor para os creators.

A Roblox, por exemplo, se mostrou como um novo nicho de mercado para os creators. Em um painel com Rod Velloso, MeganPlays, InquisitorMaster e KREW, entendemos como elas viram na Roblox uma oportunidade de mercado.

A Roblox é uma multiplataforma, que possibilita que você crie o seu próprio mundo dentro dos jogos. A Roblox possui mais de 500.000 criadores dentro da plataforma e mais de 30 milhões de jogadores ativos.

Como os creators viram uma oportunidade de negócio?

Eles criam peças como roupas e acessórios para serem utilizados dentro dos jogos e você pode comprar a roupa do creator. Isso mostrou para o público uma forma de incentivar o trabalho dos criadores e também uma forma deles terem essa monetização.

Além disso, para a Roblox é super válido (já que esse trabalho movimenta a plataforma e mostra as diversas possibilidades de criação dentro dos mundos virtuais).

Tópico
#
5

Filtros e comunidade

Esse painel reuniu Rhonda Greene e Anrick Bregman, ambos se destacaram dentro do Snapchat pela criação de filtros e o papo foi sobre como eles engajaram uma audiência com a utilização dos filtros.

“A criação dos filtros mostrou um retorno rápido da audiência. As pessoas utilizavam e queriam me mostrar como havia ficado. A conexão com a comunidade foi muito rápida.” Rhonda Greene.

Anrick reforça que para receber o alto engajamento do público, ele compartilha suas criações em outras redes sociais, para que as pessoas saibam que tem um filtro novo na área.

Como os filtros geram conexão com os creators?

A partir do momento que você cria algo para as pessoas usarem, você está aberto para receber um comentário ou uma crítica, por exemplo. O feedback do público, a utilização e o compartilhamento gera uma proximidade com os creators que antes não existia.

Tópico
#
6

Como se tornar viral e construir uma audiência?

A palestra com a Ash Blodgett estava lotada! Todos os creators interessados em saber como criar um viral e também construir uma comunidade.

Primeiro ela trouxe uma explicação bem simples sobre o que é um viral:

  • Vídeo com grande quantidade de views de forma exponencial
  • Vídeos com cerca e 4 minutos (ela reforçou bastante esse tempo)
  • Vídeos que geram uma emoção ou sensação: sendo que susto e riso são as emoções que mais geram virais.

Agora sim, vamos entender o que está por trás dos virais da internet. A Ash trouxe informações bem legais sobre a construção de comunidade quando se cria esse tipo de conteúdo.

“Quando se cria um viral, não podemos esperar que a comunidade seja nichada. Viral é um grande número de views e provavelmente essas pessoas não vão virar seus seguidores.”

O trabalho de construção de comunidade deve ser feito com consistência. Não é a partir de um viral e sim a partir de uma sequência, assim que o público entender qual é o seu jeito de criar e ver que tem uma conexão com o seu trabalho, a comunidade começará a se estabelecer.

Tópico
#
7

Podcast, YouTube e comunidade

Um dos fatores citados, que ajuda na criação do podcast, é que em comparação ao canal no YouTube, o creator se concentra muito mais no momento da gravação.

Em um canal de vídeos, o creator precisa se envolver com o roteiro, a luz, a edição, a publicação, a roupa, maquiagem, enfim, são muitos detalhes para cuidar. Enquanto o podcast é apenas o creator e um microfone e depois a edição.

Quando Kristen questionou Alisha sobre o que havia pensado que seria diferente, ela comentou:

“Não é tão difícil como imaginávamos no início. Com muito medo de não dar certo ou não ficar um bom conteúdo. Nós gravamos um episódio inteiro e eu me senti super bem.”

Já a Remi, comentou sobre como o podcast se tornou quase uma terapia para ela.

“Eu percebi como eu sou vulnerável. Eu chorava constantemente, me sentindo atacada de forma pessoal e o podcast ajuda demais. Pois você fala o que realmente sente.”

E a comunidade? Elas comentaram sobre como o público se torna mais engajado a partir do momento em que consumir o conteúdo enquanto se faz outras atividades do dia é possível. Você não precisa parar absolutamente nada (a não ser que esteja ouvindo algo) para consumir o podcast e essa questão colabora com o acesso e com a rapidez no consumo.

A participação com feedbacks também foi muito citada pelas creators, como uma forma de contribuição com o trabalho. O público sugere novos temas, convidados para participarem de novos episódios e tudo mais.

E para administrar o canal e o podcast?

As meninas comentaram que basta uma estratégia de storytelling. Nenhum recurso de replicação de conteúdo é utilizado, para que haja conteúdo diferente em ambas as plataformas.

“O que ajuda a manter o podcast com a sua essência é falar sobre temas que você conversados com os seus amigos. Isso traz naturalidade e o conteúdo ficará muito mais fluido.”

Tópico
#
8

IGTV – técnicas e boas práticas

Agora é hora de aprender um monte de coisas bacanas com o Jon Youshae. Ele trabalhou no YouTube e hoje ele trabalha no Instagram, como Product Marketing Manager. O espaço foi dividido com a Shilpa Sarkar, também Product Manager no Instagram.

“Criar conteúdo é excitante e exaustivo.”

O trabalho dos creators leva tempo para mostrar resultado. Até porque o creator assume todas as funções (na maioria das vezes): diretor, roteirista, editor, som, luz, tudo fica nas mãos do criador de conteúdo e isso faz com que o trabalho seja extremamente exaustivo.

  • Antes: Instagram is where i share my photos
  • Agora: Instagram is where i share myself

Boas práticas para o IGTV

  1. IGTV é o show e stories é o vlog. Pense no formato.
  2. Os Stories podem ser usados para conseguir feedback do público: use os stickers para isso, com enquetes e perguntas. Pergunte o que as pessoas querem ver no seu IGTV.

Lembre-se que os Stories ficam apenas 24h, então não precisa ser suuuuuper produzido. Mostre coisas diferentes no seu feed e stories, aproveite os espaços diferentes para mostrar os bastidores, a produção, entre outros detalhes antes do vídeo final.

  1. Produza com um propósito.
  2. Você precisa planejar o antes, durante e depois da publicação.
  3. O teaser, o título, a thumbnail, o call to action e as outras ativações possíveis para o seu conteúdo.
  4. Post no feed: não se esqueça de compartilhar no feed o seu vídeo do IGTV, isso ajuda a audiência ver também seus outros conteúdos.

Importante: as 3 primeiras palavras do título do seu IGTV são as que mais importam. Pense bem na escolha

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